O Jardim de Santa Bárbara localiza-se na freguesia da Sé, no centro histórico da cidade de Braga.
Trata-se de um jardim público municipal, junto à ala medieval do Paço Episcopal Bracarense. O edifício mais antigo do conjunto episcopal está voltado para o Jardim de Santa Bárbara, sendo conhecido como Paço Medieval de Braga.
Foi erguido no final da Idade Média por iniciativa dos arcebispos D. Gonçalo Pereira e D. Fernando da Guerra, nos séculos XIV e XV. Constitui-se numa edificação sóbria com a aparência de uma fortificação, que se estaca pela solidez do aparelho regular de blocos graníticos, vãos de janelas em arco ogival, encimado por ameias.
Actualmente encontra-se ocupado pelo Arquivo Distrital de Braga. No seu centro encontra-se uma fonte do século XVII, que pertencia originalmente ao antigo Convento dos Remédios.
Encimada por uma estátua de Santa Bárbara, é ela quem dá o nome ao jardim. Esta escultura que encimava o chafariz do Jardim de Santa Bárbara é já ela proveniente do Convento dos Remédios, imóvel demolido em inícios do século XX (1911), representando a virgem mártir do século III/IV, venerada pela Igreja Católica Romana e pela Igreja Ortodoxa.
Santa Bárbara terá nascido e vivido, supostamente, em Nicomédia, na Ásia Menor, proveniente de uma família pagã. Decapitada pelo próprio pai após a conversão ao Cristianismo, o carrasco terá sido nesse momento fulminado por um raio, razão porque passou a ser venerada como protectora contra as tempestades.
Ao encimar o chafariz central do mais belo e cuidado jardim da cidade acabou
por lhe impor o seu nome, continuando hoje o Jardim de Santa Bárbara a ser uma
referência obrigatória no roteiro turístico da cidade e cenário obrigatório
para as mais bonitas imagens da cidade de Braga.
Danificada por actos de vandalismo, a imagem original foi restaurada, estando agora situada nos claustros do Convento do Pópulo. Tendo em conta o valor histórico e iconográfico da escultura, o Município de Braga considerou apropriado preservar o original «num espaço condigno, mas a recato de novos danos». O vandalismo perpretado em Outubro de 2008, por indivíduos não identificados, deixou a imagem destruída em 78 fragmentos, o que obrigou a uma «meticulosa operação de restauro», entretanto concluída. O original está nos claustros do Convento do Pópulo e no cimo da Fonte está uma réplica.
Danificada por actos de vandalismo, a imagem original foi restaurada, estando agora situada nos claustros do Convento do Pópulo. Tendo em conta o valor histórico e iconográfico da escultura, o Município de Braga considerou apropriado preservar o original «num espaço condigno, mas a recato de novos danos». O vandalismo perpretado em Outubro de 2008, por indivíduos não identificados, deixou a imagem destruída em 78 fragmentos, o que obrigou a uma «meticulosa operação de restauro», entretanto concluída. O original está nos claustros do Convento do Pópulo e no cimo da Fonte está uma réplica.

